1.ª edição do Curso Popular terminou este fim de semana com "tubarões"
Rescaldo da 1.ª edição do Curso Popular (JP e IDL)

A Juventude Popular (JP) terminou, nos passados dias 7 e 8 de março de 2026, o Curso Popular, um ciclo de formação coorganizado com o IDL – Instituto Amaro da Costa. Este, que teve início em outubro de 2025, terminou em Lisboa, na sede do IDL, em formato presencial, à semelhança da sessão inaugural realizada em Avis, distrito de Portalegre, na Herdade da Cortesia Hotel. O fim de semana contou com Ricardo Costa e António Cunha Vaz.
As restantes sessões decorreram remotamente, com participantes de várias zonas do país, nomeadamente Faro, Porto, Albergaria-a-Velha, Lisboa ou Almada, entre outros. A iniciativa dedicada à reflexão, ao debate e à formação política de jovens militantes e não militantes, teve mais de 50 participantes e reuniu académicos, especialistas de várias áreas e personalidades da vida pública portuguesa para abordar e debater temas fundamentais da política, tais como: José Ribeiro e Castro, Miguel Morgado, André Azevedo Alves, Ricardo Marchi, António Bagão Félix ou Paulo Otero.
“É com particular satisfação que observamos a consolidação da Academia do IDL como um polo de irradiação de saber e competência. Este curso representou mais um marco fundamental na nossa ambição de liderança formativa nacional. Tivemos o privilégio de contar com oradores de uma craveira intelectual e profissional raríssima, cuja partilha de saber elevou o programa a um patamar de distinção académica inquestionável", garante Manuel Monteiro, Presidente do IDL e ex-líder da juventude centrista.
“O Curso Popular nasceu da necessidade de aprofundarmos ideologicamente a política, sobretudo as gerações recém-chegadas. Com um programa desenhado pela JP e IDL, garantindo consistência e relevância, foi possível dar este mergulho ideológico. Estamos mesmo muito satisfeitos com o sucesso deste ciclo de formações”, afirma Catarina Marinho, Presidente da JP. “Quero destacar ainda que temos aqui jovens que não são da Juventude Popular”, acrescentou no seu discurso de fecho e de agradecimento.
Para a JP, investir em momentos de formação política jovem é de máxima importância e como tal, está em avaliação a realização de uma 2.ª edição, isto, adicionalmente à habitual Escola de Quadros, que tem regresso previsto para novembro, de novo na cidade de Évora.
